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Modelo de Procuração Simples

Procuração particular para representação em atos específicos. Outorga poderes a terceiros de forma simples.

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Sobre este documento

A procuração simples, também chamada de procuração particular ou instrumento particular de mandato, é o documento jurídico pelo qual uma pessoa (outorgante/mandante) concede a outra (outorgado/mandatário) poderes para agir em seu nome em situações específicas. É um dos documentos pessoais mais utilizados no dia a dia dos brasileiros, permitindo que terceiros representem seus interesses quando não é possível ou conveniente comparecer pessoalmente. A importância da procuração simples está na praticidade e na segurança jurídica que ela proporciona. Em um país com dimensões continentais como o Brasil, nem sempre é possível estar presente para resolver questões burocráticas, assinar documentos ou representar-se em reuniões. A procuração permite que uma pessoa de confiança aja legalmente em nome do outorgante, com limites claros e definidos, evitando transtornos e atrasos na resolução de assuntos pessoais e profissionais. Você precisa de uma procuração simples em diversas situações cotidianas: para autorizar alguém a receber documentos, encomendas ou correspondências em seu nome; para representação em reuniões de condomínio, assembleias ou órgãos públicos; para resolver assuntos bancários específicos; para retirar veículos em pátio ou oficina; para matricular dependentes em escolas; para representação junto a concessionárias de serviços públicos; para assinar contratos de menor complexidade; e para diversas outras situações que não exijam procuração pública (lavrada em cartório). A base legal da procuração está no Código Civil (Lei nº 10.406/2002), nos artigos 653 a 692, que regulamentam o mandato. O artigo 654 estabelece que a procuração particular é válida quando a lei não exigir instrumento público. Importante destacar que determinados atos exigem procuração pública (lavrada em cartório): venda de imóveis, casamento, abertura e movimentação de contas bancárias em alguns casos, e atos que exijam escritura pública. A procuração com poderes para o foro (representação judicial) deve ter firma reconhecida e poderes especiais conforme o artigo 105 do CPC (Lei nº 13.105/2015). As cláusulas essenciais de uma procuração simples incluem: qualificação completa do outorgante (quem concede os poderes) com nome, CPF, RG, nacionalidade, estado civil e endereço; qualificação completa do outorgado (quem recebe os poderes) com os mesmos dados; descrição clara e específica dos poderes concedidos; finalidade da procuração; prazo de validade (se omisso, considera-se vigente até revogação); local e data; assinatura do outorgante; e assinatura de duas testemunhas (recomendável, embora nem sempre obrigatório). Os erros mais comuns ao elaborar uma procuração simples incluem: conceder poderes excessivamente amplos ou vagos, expondo o outorgante a riscos; não especificar prazo de validade, deixando a procuração vigente indefinidamente; não exigir reconhecimento de firma quando necessário; usar procuração particular para atos que exigem procuração pública; não revogar procuração antiga quando os poderes não são mais necessários; omitir dados de identificação das partes; não qualificar testemunhas; confundir procuração simples com procuração ad judicia (para representação judicial); e não verificar se a instituição destinatária aceita procuração particular. O Documind gera procurações simples personalizadas com inteligência artificial, adaptadas à finalidade específica e com poderes adequados à situação. Basta informar os dados das partes e a finalidade da procuração, e o sistema cria um documento formal e juridicamente válido, pronto para assinatura.

Campos do documento

Outorgante (quem dá os poderes)

Nome completo*
CPF*
RG
Endereço*

Outorgado (quem recebe os poderes)

Nome completo*
CPF*
RG

Poderes

Poderes concedidos*
Finalidade
Validade

Perguntas frequentes

Não é obrigatório, mas muitos órgãos e instituições exigem. É recomendável reconhecer firma em cartório para maior aceitação.

A procuração pública é feita em cartório e é obrigatória para atos que exigem escritura pública (como compra de imóveis). A particular pode ser feita de forma privada para atos mais simples.

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