Modelo de Termo de Confidencialidade (NDA)
Termo de confidencialidade para proteger informações sigilosas em negociações e parcerias. Modelo NDA bilateral.
Sobre este documento
O Termo de Confidencialidade, também conhecido como NDA (Non-Disclosure Agreement) ou Acordo de Não Divulgação, é o instrumento jurídico que protege informações sigilosas compartilhadas entre as partes durante negociações, parcerias, prestação de serviços ou relações de trabalho. Em um mundo cada vez mais competitivo e digital, a proteção de informações confidenciais tornou-se uma necessidade estratégica para empresas e profissionais de todos os setores. A importância do NDA é crucial porque informações como planos de negócio, listas de clientes, estratégias de marketing, fórmulas, códigos-fonte, dados financeiros e segredos industriais representam ativos valiosíssimos de uma empresa. O vazamento dessas informações pode causar prejuízos financeiros irreparáveis, perda de vantagem competitiva e danos à reputação. O termo de confidencialidade cria uma obrigação legal de sigilo, permitindo que a parte prejudicada busque reparação judicial em caso de violação. Você precisa de um termo de confidencialidade em diversas situações: antes de iniciar negociações para parceria, fusão ou aquisição de empresas; ao contratar prestadores de serviço ou consultores que terão acesso a informações sensíveis; no início de relações de trabalho com funcionários de áreas estratégicas; ao compartilhar projetos ou ideias com potenciais investidores; em processos de due diligence; ao contratar empresas de tecnologia para desenvolvimento de sistemas; e sempre que houver necessidade de compartilhar informações sigilosas com terceiros. A proteção da confidencialidade no Brasil está fundamentada em diversas normas: o Código Civil (Lei nº 10.406/2002), nos artigos 186 e 927 (responsabilidade civil por danos); a Lei de Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/1996), que protege segredos de negócio no artigo 195, incisos XI e XII (crime de concorrência desleal); a Lei Geral de Proteção de Dados - LGPD (Lei nº 13.709/2018), quando envolve dados pessoais; a CLT, nos artigos que tratam de fidelidade do empregado; e a Constituição Federal, que protege a propriedade e a livre iniciativa. As cláusulas fundamentais de um termo de confidencialidade incluem: qualificação das partes (parte reveladora e parte receptora, ou acordo bilateral); definição ampla e detalhada do que constitui informação confidencial; obrigações da parte receptora (não divulgar, não usar para fins próprios, limitar acesso interno); exceções à confidencialidade (informações públicas, obtidas de terceiros, desenvolvidas independentemente, exigidas por ordem judicial); prazo de vigência do sigilo (geralmente 2 a 5 anos, podendo ser indefinido para segredos industriais); penalidades em caso de violação (multa fixa, indenização por perdas e danos); obrigação de devolução ou destruição das informações ao término; procedimento para notificação em caso de vazamento acidental; e foro competente. Os erros mais comuns em termos de confidencialidade incluem: definição vaga ou excessivamente ampla do que constitui informação confidencial; não especificar as exceções à confidencialidade; estipular multas desproporcionais que podem ser consideradas abusivas pelo judiciário; não definir prazo de vigência do sigilo; não prever obrigação de devolução das informações; esquecer de incluir cláusula sobre violação involuntária; não adequar o NDA à LGPD quando envolve dados pessoais; e usar modelo unilateral quando o compartilhamento de informações é mútuo. O Documind gera termos de confidencialidade personalizados com inteligência artificial, disponíveis nas versões unilateral e bilateral, adaptados ao contexto específico da relação entre as partes. O documento é gerado em conformidade com a legislação brasileira e com cláusulas equilibradas que oferecem proteção efetiva às informações confidenciais.
Campos do documento
Parte Reveladora
Parte Receptora
Termos
Perguntas frequentes
Sim. Embora o termo seja em inglês, o Termo de Confidencialidade é plenamente válido no Brasil, baseado nos artigos 421 e 422 do Código Civil.
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